O que o CEO da empresa ganha ao parar de adiar a proteção de saúde dos colaboradores

O que o CEO da empresa ganha ao parar de adiar a proteção de saúde dos colaboradores

Adiar a contratação de um plano de assistência à saúde parece uma decisão neutra — nada muda, nenhum custo novo aparece. Mas o custo de adiar existe, só que indireto: aparece em falta não planejada, em candidato que recusa a proposta, em colaborador que aceita a oferta do concorrente. O CEO que decide agir resolve um problema que já estava custando caro, só que fora da planilha de despesas.

Por que adiar a decisão sobre plano de assistência à saúde tem custo, mesmo sem gasto novo?

Porque o custo de não ter o benefício não desaparece — ele se manifesta de outras formas: absenteísmo por falta de acesso a cuidado médico, rotatividade de quem valoriza esse tipo de suporte, e perda de competitividade na atração de talento frente a empresas que já oferecem algo nesse sentido.

Quanto custa não ter nenhum plano de assistência à saúde para a empresa?

É difícil quantificar com precisão, porque o custo aparece disperso: um dia de falta aqui, uma vaga que demora mais para ser preenchida ali, um colaborador que sai depois de um ano de investimento em treinamento. Somado ao longo do tempo, esse custo disperso costuma superar o valor de um plano de assitência à saúde estruturado.

Por que empresas adiam essa decisão mesmo reconhecendo o problema?

Na maioria dos casos, porque associam plano de assistência à saúde ao custo de um plano de saúde tradicional, que realmente não cabe no orçamento de muitas pequenas e médias empresas. Quando a alternativa de assistência à saúde empresarial não é conhecida, o CEO trata a questão como resolvida — ‘não cabe no orçamento’ — sem saber que existe um caminho intermediário.

O que muda quando o CEO decide agir?

A empresa passa a ter um argumento concreto na retenção e na atração de talento, reduz o desgaste de lidar com faltas não planejadas por falta de acesso à saúde, e sinaliza ao time — de forma prática, não apenas discursiva — que a empresa se importa com a proteção de quem trabalha nela.

Leia também:

Fale com a Medic Fácil RJ: descubra quanto custa, na prática, adiar essa decisão na sua empresa. Agendar conversa

Perguntas frequentes

Adiar a contratação de benefício de saúde realmente tem custo?

Sim, um custo indireto: absenteísmo, rotatividade e perda de competitividade na atração de talento, mesmo sem gasto novo registrado na planilha.

Por que empresas adiam essa decisão mesmo reconhecendo o problema?

Geralmente porque associam benefício de saúde ao custo de um plano de saúde tradicional, sem saber que existe a alternativa de assistência à saúde empresarial.

A partir de qual porte de empresa vale a pena considerar esse benefício?

A Medic Fácil RJ atende empresas com 20 funcionários ou mais, com contratos a partir de 150 vidas.

Quer conhecer nossos planos?